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Como era a vida nos quilombos?

agricultura, rotina, impuniçoes, etc.

2 respostas

  • Publicada em 2008-06-25 por Anónimo

    OS QUILOMBOS

    Eram os quilombos verdadeiras republicas de escravos negros fugitivos das fazendas desde os primeiros anos do século XVII, depois ao espanto do desplantado dos infortúnios que eram submetidos pelas sinhas e pêlos feitores que os condenavam a impiedosos açoites e as marcações dos lacres e dos ferros quentes, logo surgia a idéia de fugir dos cativeiros e se refugiarem nas matas, aonde eram perseguidos e caçados pêlos seus senhores.

    A partir daí começaram a se coligar para resistirem aos assédios dos capitães do mato, assim foram se formando esses temerosos agrupamentos que acossados pelo ódio ao branco e ao desespero da luta pela sobrevivência aterrorizam e atacavam aos engenhos de açúcar e fazendas próximas aos seus ajuntamentos constituindo-se em um transe metódico para os moradores da região. Vários foram os quilombos surgidos porém devido a sua extensão o mais notável foi o dos Palmares que teve este nome derivado da exuberância de uma palmeira da região, no atual Estado de Alagoas e terras hoje pertencente ao sul de Pernambuco em uma vasta zona da floresta paralela ao litoral entre o Rio São Francisco e o Cabo de Santo Agostinho aonde nas proximidades se situava o do Zumbi, o das Tabocas, o do Sucupira. Nos quilombos viviam-se ordeiramente e pacificamente nas lavouras e nas criações junto aos numerosos indígenas que também fugiam a escravidão, nos primeiros anos do período holandês chegaram a manter boas relações comerciais com os moradores de Porto Calvo, Serinhaem, Alagoas e outras localidade das vizinhança na troca de seus produtos por artigos que precisavam para suas sobrevivência.

    Para a invasão holandesa os quilombos indiretamente favoreram, pelo menos nos primeiros período, devido ao estado de alerta que os luso-brasileiros mantinham contra os invasões efetuadas pêlos negros, pretérito os primeiros momentos da guerra entre os portugueses e holandeses todos começaram a perceber o serio risco dos quilombos, que por volta de 1644 já reunia mais de dez mil negros escravos fugitivos, p

  • Publicada em 2008-06-25 por Anónimo

    Tradicionalmente, os quilombos eram das regiões de grande concentração de escravos, afastados dos centros urbanos e em locais de difícil aproximação. Embrenhados nas matas, selvas ou montanhas, esses núcleos se transformaram em aldeias, dedicando-se à economia de subsistência e às vezes ao transacção, alguns tendo mesmo prosperado. Existem registros de quilombos em todas as regiões do país. Primeiramente um destaque próprio ao estado de Alagoas, mais precisamente no interno do estado na cidade de União dos Palmares, que até hoje concentra o principal e maior quilombo que já existiu. O quilombo dos Palmares. Segundo os registros existem quilombos nos seguintes estados brasileiros: Pernambuco, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Os seus habitantes, denominados de "quilombolas", eram originalmente agrupamentos de ex?escravos fugidos de seus senhores desde os primeiros tempos do período colonial. Em algumas épocas e locais, tentaram reproduzir a organização social africana, inclusive com a escolha de reis tribais.

    Embora a anulação tenha sido oficialmente alcançada em 13 de maio de 1888, alguns desses agrupamentos chegaram aos nossos dias, graças ao seu isolamento. Outros transformaram-se em localidades, porquê por exemplo Ivaporanduva, próximo ao rio Ribeira de Iguape, no estado de São Paulo.

    A maioria dos quilombos tinha existência efêmera, pois uma vez descobertos, a sua repressão era marcada pela violência por troço dos senhores de terras e de escravos, com o duplo termo de se reapossar dos elementos fugitivos e de punir exemplarmente alguns indivíduos, visando atemorizar os demais cativos.

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